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Resenha A Escolha Kiera Cass

em quinta-feira, julho 30, 2015


Oi pessoal, hoje então temos mais uma resenha da série Seleção, e vou fazer aquele esquema de escrever o spoiler em branco e se quiser ler é só marcar o texto! Não deixem de conferir as resenhas de A Seleção e A Elite, e de Os contos da Seleção no canal!










Em A Escolha, temos o desfecho da
história de América e Maxon, finalmente!





Após o Rei ter deixado América continuar
na disputa, ele simplesmente colocou a garota no chão falando das qualidades das
outras e destacando seus defeitos, ela resolveu agir, ser mais ofensiva para
conquistar o príncipe, por quem ela é apaixonada, sendo que ele agora tem outra
favorita.





Em determinado momento, ela
decide usar um vestido provocante, vermelho, com fenda, decote atrás e tudo,
para seduzir o príncipe e o resultado não é o esperado, a cena é no mínimo cômica,
coitada da América!





O rei é um idiota, covarde,
cruel, mau, não perde a oportunidade de humilhar Maxon, e não vai deixar ele governar
mesmo quando tiver que aposentar, estará sempre tentando manipular o filho. Ele
tem uma participação bem maior nesse livro e vemos mais da sua forma de pensar,
assim como nos contos.





Segundo Maxon existem dois tipos
de rebeldes: os sulistas que querem acabar coma monarquia, são contra tudo que
ela prega e matam sem piedade, e os nortistas que não se sabe ao certo o que
querem (América suspeita que seja os diários de Gregory Illea), mas geralmente
causam apenas estrago.


Finalmente descobrimos o que cada
grupo deseja, quem são seus aliados e quem são e é uma surpresa! Mas achei que a questão dos rebeldes ficou no ar no fim, deveria ter uma solução, mas talvez a falta disso seja para ser mais "realista".





Spoiler





Os rebeldes nortistas são
comandados por August Illea, um legítimo herdeiro do trono, mas esse não é seu
interesse, eles querem Maxon no poder e que as castas sejam destruídas, e
apoiam América como a escolhida, apesar de terem uma menina simpatizante dos
rebeldes lá dentro, Kriss





Esse livro é o com mais emoção. América
é baleada, as meninas ficam todas amigas, uma morre, algumas pessoas
importantes morrem por causa dos rebeldes, descobrimos um segredo de uma das
meninas e do pai de América, são muitas emoções! 













Spoiler





Gente, tinha que contar pra vocês, no Natal o pai da América morre por causa de um problema no coração, como eu chorei nessa parte! Quando eu tava lendo eu perdi o chão nessa hora, acho que porque eu sou muito próxima do meu pai e me coloquei no lugar dela nessa hora. Ele escreve uma carta para os filhos e fala pra América lutar pelo que ela quer, não se deixar levar pela vida, mas correr atrás do que quer e ela descobre que ele é um rebelde nortista! 










Dá vontade de contar tudo pra
vocês, mas não vou falar mais nada, apenas leiam o livro!





Segue abaixo o epílogo extra que
a autora escreveu, acho que ele deveria vir no livro, é tão fofo!


Achei ele aqui!









"Meio acordada, me espantei uma
pequena cócega em meu ombro. Aconteceu novamente, e eu tentei fazer parar de
novo. As cócegas retornaram, deslizando por minhas costas. Não era uma brisa
aleatória ou outra pena que tinha escapado do meu travesseiro. Aquilo eram beijos.


Com os olhos ainda fechados, eu
sorri para mim mesma quando Maxon afastou uma mecha do meu cabelo a fim de
encontrar um novo lugar para beijar. Acordar sentindo a respiração de Maxon em
minha pele me lembrou de como nós acabamos presos a estes lençóis no começo.


Eu ri quando sua boca atingiu um
ponto sensível no meu pescoço.


- Bom dia, querida - ele
sussurrou.


- Bom dia.


- Eu estava pensando, - ele
começou, murmurando as palavras colado em meu rosto. - Sendo que é meu
aniversário, você não acha que poderíamos passar o dia inteiro na cama?


Eu sorri e forcei meus olhos
sonolentos a ficarem abertos. - E quem vai governar o país?


- Ninguém. Deixe-o cair aos
pedaços. Enquanto eu tenho minha America em meus braços.


Seu cabelo era uma bagunça
perfeita, e ele estava tão quente que até a última partícula do meu corpo não
queria nada além do que ficar aqui com ele. Foi completamente fascinante para
mim o jeito que o nosso amor cresceu. Eu pensei que tinha encontrado um jeito
de lhe dar tudo que eu tinha, mas depois de aprender uma coisa nova, ouvir uma
nova história, passar por uma experiência nova, meu coração só se enchia.


- Mas e a festa? Passamos semanas
planejando? - eu reclamei.


Ele apoiou a cabeça em sua mão. -
Hmm. Ok, vamos dar uma pausa de dez minutos para conferir a festa e voltar
logo. - Ele passou os braços em volta de mim, e eu ri quando ele me cobriu de
beijos.


Estávamos tão distraídos que nem
ouvimos o mordomo abrir a porta.


- Vossa Majestade, temos uma
ligação de...


Antes que ele pudesse terminar,
Maxon jogou um travesseiro nele, e o mordomo recuou para o corredor, fechando a
porta atrás de si. Houve uma pausa antes dele soltar um "Desculpe,
senhor", com a voz abafada.


Eu tinha me acostumado com a
falta de privacidade, uma vez que se vive no palácio, e, em meio de tantos
momentos embaraçosos, este foi um dos melhores. Cobri minha boca, tentando
conter o riso, e quando Maxon viu meu sorriso, ele sorriu também.


 - Bem, acho que isso responde à minha
pergunta.


Sentei-me para beijar seu rosto e
imediatamente senti uma onda de tontura - Oh!


- Você está bem?


- Mmhm - eu murmurei, cobrindo
minha boca - Levantei muito rápido.


Ele passou a mão nas minhas costas,
e eu me inclinei para ele.


- Que horas a festa começa?


- Seis. Todo mundo está vindo,
até a minha mãe.


- Oh, então vai ser realmente uma
festa.


Eu o golpeei.


- Você nunca vai esquecer isso?
Foi só uma vez.


- Ela dançou na fonte na véspera
de Ano Novo, América - disse ele, com uma diversão infantil em seus olhos.


- Foi incrível, e eu nunca vou
esquecer isto.


 Eu suspirei. - De qualquer forma,
não se atrase. Eu vou me vestir. Vejo você no café da manhã.




- Ok.


Eu puxei o lençol da cama,
envolvendo-o em torno de mim. Ele deitou-se e ficou me olhando ir.


- De todos seus vestidos, este é
o meu favorito.


Mordi o lábio enquanto dava uma
última olhada nele antes de abrir a porta que dava para a minha suíte. Não
havia nenhum jeito de ter o suficiente dele para mim.


Mary estava esperando por mim, é
claro. Ela estava acostumada a me ver andar de volta do quarto do Maxon ou
observá-lo por trás da porta, mas toda vez que ela me pegava ela sorria.


- Bom dia, Vossa Majestade - ela
me cumprimentou com uma reverência - Teve uma boa noite?


- Tire esse sorriso do seu rosto!
- eu a provoquei, jogando o lençol nela e correndo para o banheiro.


Eu estava preocupada com o corte
do meu vestido, mas se encaixava de uma forma espetacular. Cabeças se viraram
quando entrei para a festa, e eu tentei aceitar a atenção graciosamente. Mesmo
depois de dois anos de casamento, sendo o centro das atenções, ainda estava
tentando me acostumar totalmente.


May correu para meu lado.


- Você está radiante, Ames!


- Obrigada. Você cuida muito bem
de você mesma!


Eu toquei um de seus cachos
perfeitamente penteados e fiquei maravilhada com o quão bem que minha irmã
havia se ajustado à vida real. Não que eu tivesse ficado surpresa. Ela sempre
foi encantadora e maravilhosa, e quase que instantaneamente quando ela se mudou
para Angeles, May tornou-se queridinha da mídia. Enquanto muitas fotos minhas
seriam impressas amanhã, haveriam o dobro de May.


- Você está se sentindo bem? -
ela perguntou.


- Só um pouco distraída. Vá se
divertir. Eu preciso ter certeza de que tudo está funcionando perfeitamente.


- Me divertir? Estou dentro.


Ela saiu correndo, acenando para
as pessoas que eu tinha certeza que ela nem conhecia, toda contente. A festa
estava em pleno andamento até agora, e parecia que os convidados estavam se
divertindo. A decoração era simples, a iluminação era adorável, e os músicos
estavam fazendo um excelente trabalho. Eu esperava que Maxon ficasse
satisfeito.


Eu caminhei pelo salão, provando
alguns canapés no caminho. Nenhum dos alimentos pareciam extremamente atraente,
no entanto. Os favoritos do Maxon, não eram exatamente os meus, eu só tinha que
esperar que todo mundo tivesse gostando do cardápio.


Estiquei-me na ponta dos pés,
examinando o salão. Se Maxon tivesse me escutado, ele deveria estar por aqui
agora. Eu não o encontrei, mas vi Marlee. Ela correu assim que me viu, deixando
Carter falando com alguns dos guardas.


- A festa está incrível, América
- ela emocionou-se, beijando minha bochecha.


- Obrigada. Estou tentando achar
Maxon. Você o viu?


Ela virou-se para mim - Eu o vi
entrar, mas não tenho ideia de onde ele possa estar agora.


- Hmm. Eu vou ter que ir atrás
dele. Como está Kile? Ela sorriu animadamente.


- Bem. Estou tentando me
acostumar a deixar uma babá colocá-lo para dormir.


Kile tinha um pouco mais de um
ano de idade, e Marlee simplesmente o adorava, assim como eu. Ele era o único
homem que passava grande tempo no Salão das Mulheres sem pedir permissão.


- Eu tenho certeza de que ele
está bem, Marlee. E vai ser bom passar um tempo sozinha com Carter. Ela
assentiu com a cabeça.


- Você está certa. Nós dois
estamos nos divertindo muito. Mas espera para ver. É difícil deixá-los, mesmo
que por pouco tempo. Eu sorri.


- Eu posso imaginar. Vá, e
desfrute da comida. Vejo você mais tarde.


- Tudo bem - ela me deu outro beijo
e foi até Carter.


Eu rodei pelo salão, procurando o
meu marido. Quando finalmente o vi, meu coração se iluminou. Não simplesmente
porque eu estava feliz em encontrá-lo, mas porque ele estava falando com Aspen.


Aspen tinha se livrado das
muletas, mas havia momentos que ele ainda mancava, especialmente se ficava
cansado. Nós todos considerávamos um milagre ele ter se curado tão bem, mas se
alguém poderia se recuperar por pura determinação, esse alguém era Aspen.


Eles pareciam estar em uma
conversa profunda, e eu me aproximei, chegando por trás deles.


- O primeiro ano foi difícil?
Muitas pessoas dizem que é, mas vocês dois parecem ter tirado de letra - disse
Aspen.


Ele e Lucy tinham planejado se
casar não muito tempo depois de Maxon e eu, mas quando seu pai ficou doente,
foi tudo colocado em espera. Ele finalmente se recuperou, mas mesmo depois
disso Aspen rastejava sua perna mais do que precisava. Eu suspeitava que ele
estava com medo de que Lucy mudasse sua mente, e eu me sentia culpada por isso.
Eles eram tão perfeitos um para o outro, ele nunca precisou ter dúvidas. E
quando eles finalmente iriam juntar os trapos, eu estava tão feliz quanto no
dia do meu próprio casamento.


Maxon suspirou.


- É difícil dizer. Eu não acho
que o casamento foi a parte difícil, e sim os deveres. Era muita coisa pedir
para ela assumir o papel de rainha, quando mal se acostumava com a ideia de ser
princesa.


- Vocês brigam?


- Você está brincando? Nós somos
os melhores nisso - ele e Aspen compartilharam uma risada.


Eu queria estar ofendida, mas era
verdade, nós éramos bons em discutir. Ainda assim, tínhamos melhorados muito
nisso.


- Eu não sei porque sinto que
isso seja um negócio tão grande - Aspen disse deixando seu riso desaparecer.


- Nós queremos casar há tanto
tempo. Porque isso parece tão assustador agora que nós estamos casados?


- É o título - Maxon tomou um
gole de champanhe - É assustador ser um marido. Parece que não há mais nada a
perder. Eu me preocupo mais com esse título, do que com ser chamado de rei,
facilmente.


- Sério?


- Sério.


Aspen estava quieto, considerando
isso.


- Escute - Maxon começou - Eu não
estou chutando você, ou algo do tipo. Você sempre será bem-vindo aqui. Mas
talvez você e Lucy precisem do seu próprio espaço.


- O que? Tipo uma casa?


- Olhe ao seu redor. Leve Lucy
com você e veja se vocês encontram um lugar que gostem, que sintam como algo
que possam trabalhar em conjunto. Fazer uma vida juntos pode ser mais fácil se
vocês tiverem algo que é realmente de vocês.


- Marlee e Carter estão muito bem
aqui.


- Eles são um casal diferente.


Aspen olhou para baixo, e eu
podia ver que ele sentia como se tivesse falhado. Maxon bateu em suas costas.


- Eu não confio em muitas pessoas
do jeito que confio em você. Você já fez muito por mim e pela América. Basta ir
olhar. Veja se há algo lá fora que vocês dois realmente amem, e se houver,
considere como um presente nosso.


- É seu aniversário. Você deveria
ser o único a receber presentes - Aspen protestou, mas havia um sorriso no
rosto o tempo todo.


- Eu tenho tudo que eu quero. Um
país em ascensão, um casamento feliz, e bons amigos, senhor.


Aspen levantou o copo com um
sorriso, e eles beberam. Pisquei e lágrimas felizes escaparam tocando Maxon em
seu ombro.


Ele se virou e abriu um arrasador
sorriso.


- Aí está você, minha querida.


- Feliz aniversário.


- Obrigado. Esta é realmente a
melhor festa que eu já tive.


- Você fez tudo muito bem Meri -
Aspen acrescentou.


- Obrigada a ambos - virei para
Maxon.


- Eu preciso te roubar um pouco.


- Claro. Nós conversamos mais
depois - Maxon prometeu a Aspen, e me seguiu pelo salão.


- Assim - eu o instrui, puxando
seus braços.


- Perfeito - ele disse enquanto
caminhávamos para o jardim - Um descanso na loucura.


Eu ri, colocando minha cabeça em
seu ombro. Sem instrução, ele nos levou para o nosso banco, e nós sentamos, ele
encarou a floresta e eu de frente para o palácio.


- Champanhe? - ele ofereceu,
aproximando o copo.


- Não obrigada. Ele tomou um gole
e suspirou satisfeito.


- Esta foi uma escolha
maravilhosa. Sério, América, este foi o melhor aniversário que eu poderia ter
tido. Bem, o segundo melhor. Eu ainda teria gostado da opção que te dei esta
manhã. Eu sorri.


- Talvez ano que vem.


- Eu vou aguardar por isto. Eu
respirei profundamente.


- Olha, eu sei que temos uma
noite inteira pela frente, mas eu queria te dar seu presente de aniversário.


- Oh, minha querida, você não
precisa me dar nada. Cada dia com você é um presente - ele se inclinou e me
beijou.


- Bem, eu não tinha planejado te
dar esse presente, mas então algo se apresentou e bem aqui estamos.


- Tudo bem, então - disse ele,
colocando o copo no chão - Estou pronto. Cadê?


- Esse é o único problema - eu
comecei. Senti minhas mãos começar a tremer - Não vai chegar até uns sete ou
oito meses.


Ele sorriu, mas olhou de soslaio.


- Oito meses? O que no mundo
poderia demorar...


Suas palavras sumiram assim como
seus olhos, deixando meu rosto e fazendo o caminho para minha barriga. Ele
parecia esperar que estivesse diferente, grande como uma casa já. Mas eu tinha
feito o meu melhor para esconder tudo: o cansaço, a náusea, a aversão repentina
de algumas comidas.


Ele me olhou mais e mais, e eu
esperava que ele fosse sorrir ou saltar para cima e para baixo. Mas ele ficou
lá, congelado até o ponto que ele começou a me assustar.


- Maxon? - eu estendi minha mão e
toquei sua perna - Maxon, está tudo bem?


Ele balançou a cabeça, ainda
olhando para minha barriga. Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ele
falava.


- Não é notável? De repente eu te
amo cem vezes mais - ele disse - E eu achava que não era possível amar uma
pessoa que eu nem conhecia - ele finalmente olhou para mim - Vamos mesmo ter um
bebê?


- Sim - eu suspirei, respirando
fundo também.


Seus olhos se iluminaram - É um
menino ou menina?


- É muito cedo para dizer, - eu
disse entre lágrimas de felicidade. - Não há muito que o médico possa dizer,
exceto que há alguém aqui.


Maxon colocou suavemente a mão em
minha barriga.


- Vamos encurtar os seus dias de
trabalho, é claro, ou podemos cortá-los completamente se for preciso. E podemos
ter mais empregados à disposição.


- Não seja bobo. Mary e Paige são
o suficiente. Além disso, você sabe que minha mãe vai querer estar aqui, e Marlee
e May também estarão presentes. Eu vou ter muitas pessoas cuidando de mim.


- Assim como deve ser.


Eu joguei minha cabeça para trás
e ri, mas quando eu olhei para ele novamente, eu vi sua expressar mudar.


- E se eu for como ele América? E
se eu for um péssimo pai?


- Maxon Schreave, isso é
impossível! Se tem uma coisa que você vai ser é generoso. Teremos que contratar
uma babá rigorosa para amenizar isso. Ele sorriu.


- Sem babás rigorosas. Apenas
babás felizes.


- Se você diz, meu Majestoso Marido.
Maxon limpou a garganta e enxugou as lágrimas.


- Estou assumindo que este é
nosso segredo?


- Por enquanto. Ele abriu um
grande sorriso.


- Por tudo isso, agora eu
definitivamente sinto que temos que comemorar.




Ele me pegou, e me levou
apressadamente para dentro, enquanto eu não conseguia parar de rir. Olhei para
sua expressão, tão esperançoso e animado, e eu sabia que estávamos apenas
começando a melhor parte de nossas vidas."





Então é isso pessoal, não percam a resenha dos contos, comentem aí sobre os livros, se vocês já leram ou querem ler!


Beijos






Resenha A Elite Kiera Cass

em terça-feira, julho 28, 2015







Oi pessoal, mais uma resenha da série Seleção, não deixem de conferir a resenha de A Seleção!


Lembrando do esquema do spoiler, estará escrito de branco e se você quiser ler é só marcar o texto!










No livro A Elite, são escolhidas
6 meninas que são como as finalistas.


No início são 34 e o príncipe vai
eliminando aos poucos até chegar em 10, essas meninas são consideradas da
Elite, mas por causa dos ataques dos rebeldes ele resolve afunilar e escolher 6
e mandar as outras para casa onde ele acha que elas estarão mais seguras.





Descobrimos nesse livro também
que a família Real possui os diários de Gregory Illéa, o fundador e salvador do
país. E descobrimos mais sobre o passado e como foi a tomada de poder dele.





Spoiler





Gregory Iléia era um idiota, um
babaca manipulador que vendeu sua filha para ter alianças e assim ser o rei e
iniciar a monarquia. Ele não se preocupava com o povo, queria aliená-lo o suficiente
para ser escolhido e manter tudo como estava, as castas, os privilégios.





A parte mais fofa é a festa de
Halloween quando a família das selecionadas participam, é impossível não adorar
o pai de América, ele é um amor, e a irmã dela May é outra fofa!


O relacionamento de pai e filha
deles é lindo, a confiança, o carinho, como eles se entendem e como ele sempre
dá bons conselhos e deixa ela mais tranquila e segura.


A pior parte é o que acontece com
a Marlee.





Spoiler





Marlee se apaixona por um soldado
do castelo e eles começam um romance escondido, assim como América faz com
Aspen, mas eles são pegos e a punição são chibatadas em público, ela nas mãos e
ele nas costas, é muito triste, mas Maxon esconde e trata deles no castelo,
dando emprego e eles ficam juntos.





América fica nesse livro muito
chatinha com essa de “Amo Aspen, só ele me entende, só ele me ama de verdade,
mimimi” e depois “Maxon é tudo pra mim, quero ser dele, mas ele é falso, será
que ele mente pra mim, não quero ser princesa, blábláblá...  Além da choradeira, o que ela mais faz é
chorar e se sentir confusa!










Uma parte interessante é o
conflito entre as criadas dela, Anne e a Lucy que só lendo o conto O Guarda
você entende melhor, vou fazer resenhas dos contos também!





Spoiler





Anne e Lucy se interessam por
Aspen, mas ele gosta de Lucy. Então as duas acabam ficando brigadas.





Nesse livro há mais conflitos
entre América, Maxon e Aspen, o rei desaprova a menina e mostra que se ela
continuar na disputa ele tentará prejudica-la, não importando o que o príncipe
sente. Já Maxon se mostra interessado em Kriss e próximo de Celeste de uma
forma que incomoda América, a deixa chateada, magoada e insegura.





Apesar do mimimi eu gostei desse
livro.







Não percam a resenha do último
livro (sei que tem ainda A Herdeira, mas ele não trata da história de América e
Maxon, logo o próximo é o último sobre eles) e dos contos!





Então é isso pessoal, deixem aí nos comentários se vocês já leram ou querem ler, o que acharam e tal!


Beijos



Resenha A Seleção Kiera Cass

em domingo, julho 26, 2015







Oi pessoal, tudo bem?


Hoje vou fazer a resenha dos
livros da coleção Seleção, li tudo em 3 ou 4 dias, viciei muito e enquanto não
li tudo não sosseguei! Hehe Mais pra frente vou postar resenho dos contos também!


Vou fazer aquele esquema de sempre, spoiler escritos de branco e quem quiser ler é só marcar o texto!


Não comprei os livros, baixei todos em PDF aqui, então as imagens eu baixei da internet.





Para contextualizar, as histórias
se passam em Illéa, a América do futuro, arrasada pela Quarta Guerra Mundial,
passa a ser uma monarquia e o mundo está todo mudado. 





Illea é dividida em 8
castas:


Casta 1: Família Real


Casta 2: Celebridades, modelos,
atletas profissionais, políticos, atores e oficiais.


Casta 3: A elite, educadores,
filósofos, inventores, escritores, cientistas, médicos, veterinários,
dentistas, arquitetos, bibliotecários, engenheiros, psicólogos, cineastas,
produtores musicais, advogados.




Casta 4: Fazendeiros, joalheiros,
corretores de imóveis e de seguros, chefes de cozinha, mestres de obras,
proprietários e donos de restaurantes, lojas e hotéis e trabalhadores de
indústrias.


Casta 5: Artistas, músicos,
fotógrafos e dançarinos.


Casta 6: Secretários, serventes,
governantas, costureiras, balconistas, cozinheiros, motoristas.


Casta 7: Jardineiros, pedreiros,
lavradores, pessoas que limpam calhas e piscinas, e quase todos os
trabalhadores braçais.


Casta 8: Pessoas com deficiência
(especialmente quando desamparadas), viciados, fugitivos, sem-tetos e
bastardos.




A forma como são descritas as castas e como são tratadas nos faz pensar em como algumas minorias são vistas na sociedade atual, vi uma crítica nas entrelinhas aí... A personagem principal contesta o fato de você ser visto como um membro de uma casta e não um indivíduo, ser Um ou Oito é quem você é e o que importa, e não a sua personalidade, qualidades, capacidades.












A protagonista, América Singer, é
da casta 5, sua família é de artistas, tem um irmão que faz esculturas, pai
pintor e ela e a mãe são cantoras, a irmã mais velha se casou e tem ainda uma
irmã e um irmão menor, mas não se enganem, eles não são ricos e famosos, isso
não costuma acontecer com os Cinco! Só o babaca do irmão, que vendeu uma
escultura por uma fortuna e ficou meio que famoso e abandonou a família!





Lá é cheio de regras, não pode
ter relações sexuais antes do casamento caso contrário você é preso, tem toque
de recolher, muita burocracia se você quiser se casar com alguém de outra casta
e tal.





América é apaixonada e namora em
segredo com Aspen Leger, um Sete. A família deles passa por dificuldades, todos
tem muitos filhos porque não tem acesso a preservativos ou contraceptivos, é
uma vida bem triste e sem perspectiva.





Nisso a mãe de América convence
ela a se inscrever para a Seleção podendo ser a esposa do Príncipe Maxon e
princesa, futura rainha de Illea já que quando o príncipe fizer 20 anos o rei
se aposenta e passa a coroa para o filho.


Ela é escolhida e descobre que a
ideia que ela tinha de Maxon não é como ele realmente é. Para ela, ele não
passava de um chato, muito formal, sem graça, que estava acima da lei e achava
que podia fazer o que quisesse, e descobre que ele é divertido, carinhoso,
bondoso, preocupado de verdade com o país, generoso e acaba gostando dele.







Entendedores entenderão! hehe





Logo na viagem América conhece
Marlle Tames que será sua melhor amiga, ela é alegre, divertida e da casta 4, e
conhece também Celeste Newsome, uma 2, metida, arrogante, provocadora, vulgar,
ou seja, ela conhece a melhor e a pior pessoa ao mesmo tempo!





Spoiler





Celeste passa a ser amiga de América
no último livro, a forma de agir dela é um escudo, uma forma de se proteger e
elas passam a se dar bem, mas ela é assassinada por um rebelde com um tiro na
cabeça.





No palácio América fica muito
próximo de suas criadas, Anne, Lucy e Mary, elas são umas fofas!


A história de Lucy é bem triste,
mas o fim dela é ótimo!





Spoiler





Lucy era uma 6 e se apaixona por
um rapaz da casta 3 onde ela trabalhava, ela é correspondida, mas a família
dele não aceita e vende ela e o pai para trabalharem no palácio, ela como
criada e o pai no estábulo. Lá a coitada é estuprada por um rebelde em uma
invasão e fica traumatizada, só de falar nos rebeldes ela chora! Em uma das
invasões América leva as cridas para o abrigo junto com a família real porque
não suporta a ideia de que isso possa se repetir ou que alguma acabe sendo
morta. No fim Lucy e Aspen se apaixonam e ficam juntos!





América usa a Seleção como uma
forma de se afastar para esquecer Aspen e até começa a gostar do príncipe, mas
aí Aspen é recrutado e se torna guarda no palácio, o que deixa tudo mais
confuso, principalmente porque ela ama ele mas gosta do príncipe também, e
Aspen deixa claro que não vai desistir dela, assim como Maxon!





O primeiro livro mostra
basicamente a relação das garotas com Maxon, os ciúmes delas umas com as
outras, as incertezas sobre como se sentem e quem são as preferidas do príncipe,
principalmente o dilema do triângulo América-Aspen-Maxon, as invasões dos
rebeldes e ainda tem a história de Marlee que é um mistério nesse livro.







Eu adorei o livro, apesar do
mimimi “será que gosto de um ou de outro” ser meio chatinho, mas tem tantas
outras histórias acontecendo que não fica chato. Gostei também que a autora não
poupa, tem uma guerra acontecendo e com isso pessoas se ferem e são mortas. 


Achei a história de Illéa bem construída e faz sentido tudo que é mostrado e a
parte dos rebeldes é muito interessante, ela é mais explorada no próximo livro,
então não percam a próxima resenha!





Então é isso pessoal, que já leu ou quer ler conta aí nos comentários!


Beijos








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